salvando vidas

domingo, 17 de janeiro de 2016

ENSINAMENTOS DO HOMEM PEIXE
                                                                                                                                                                                                                                                                                                     Engenheiro de Produção, professor de Educação Física e pesquisador da Uerj, o aluno Bruno Castello explica que o curso de guarda-vidas também vem sendo útil para complementar sua pesquisa sobre a pedagogia no ensino do surfe, a partir da perspectiva de segurança e autonomia no mar.


Acostumado a ajudar Henrique Pistilli, o Homem Peixe, nos trabalhos que este realiza no Rio, foi Castello quem deu ao coronel Marcelo Pinheiro a ideia de convidar o atleta para ensinar sobre o surfe de peito.
Pinheiro gosta de dizer que conhecimento não ocupa espaço, e aceitou a proposta.
— O surfe de peito combina com a nossa atividade. As vezes, você faz um socorro, entrega a vítima para a aeronave e tem que sair do mar. Saber usar o corpo para fazer isso é uma ajuda grande. É importante utilizar a força da natureza a seu favor. O mar é dinâmico, e o Henrique passou uma visão de integração com o ambiente que é necessária. Quanto menor for o esforço feito para atingir o objetivo, melhor. Nosso trabalho é muito rápido — observa o comandante. — Às vezes, precisamos fazer muita força para ir até a vítima, e é preciso estar bem ao chegar a ela, para conseguir fazer os procedimentos. O Henrique ensinou como fazer para se sair bem ao se deparar com uma situação difícil.
Pistilli costuma dar palestras e fazer consultorias, mas conta que foi a primeira vez que passou seus conhecimentos na praia, a um grupo especializado. Numa segunda-feira ensolarada, ele ensinou aos 250 bombeiros técnicas de equilíbrio, postura e respiração e como desenvolver a “aquaticidade”.
— Estou em estado de graça, e, se pudesse, daria essa instrução toda semana. Foi um grande aprendizado trabalhar com um grupo desse tamanho. Quando eu era adolescente, meu sonho era ser guarda-vidas. Poder fazer isso para a sociedade é muito bom. Quando me fizeram o convite, comecei a tremer. O que me tranquilizou é que o professor é o mar — disse o atleta, logo após o treinamento.
Os alunos aprovaram a performance de Pistilli.

Praia da macumba , vira campo de treinamento , para novos Anjos do Mar 


RIO - Iniciada na semana passada, a Operação Verão do Corpo de Bombeiros do Rio vai reforçar em 50% o efetivo de guarda-vidas. É esperado que 900 militares atuem na orla de todo o estado diariamente. Em Copacabana, a corporação vai usar, experimentalmente, um drone equipado com boia, para agilizar o processo de salvamento de pessoas em perigo de afogamento. São boas notícias num verão em que, segundo o serviço meteorológico britânico, o aquecimento global, associado a fenômenos naturais como o El Niño, vai provocar aumento na temperatura — e, consequentemente, uma corrida às praias nos países tropicais.
Em um dia de verão, os guarda-vidas chegam a realizar 400 socorros somente na orla carioca. Sem eles, 1/3 dos banhistas em apuros morreria, o que evidencia a importância e a responsabilidade da função. A preparação dos agentes passou a ser ainda mais rigorosa este ano. Pela primeira vez, o Curso de Salvamento no Mar, promovido pelo Grupamento Marítimo do Corpo de Bombeiros, está sendo realizado inteiramente no Recreio. Em março, 300 novos guarda-vidas estarão aptos a zelar pelos banhistas de todo o estado, depois de oito meses de exercícios no mar revolto da Praia da Macumba.
— Os alunos eram formados na Barra e, muitas vezes, trazidos à Praia da Macumba porque este é um local onde existe todo um misticismo que envolve a linha de arrebentação. É que aqui ela parece não ter fim, e o volume das águas é grande, o que costuma deixá-los apavorados. Este ano, decidimos trazer todo o curso para o Recreio, mas os candidatos também vão passar pela Zona Sul e por Niterói para conhecerem outras áreas operacionais. É importante entenderem que cada região tem um tipo de público e características distintas — explica o coronel Marcelo Pinheiro, comandante de Salvamentos Marítimos e diretor do curso.

Acostumados a ver os guarda-vidas de sunga e camiseta trabalhando nas areias, muitos banhistas esquecem que eles integram o Corpo de Bombeiros, o que exige formação militar. E isso faz toda diferença, diz o coronel.
— Os guarda-vidas são militares com especialização em salvamento no mar. Mas estão preparados para qualquer tipo de salvamento em via pública e também para combate a incêndios — observa.
O GLOBO-Barra acompanhou um momento especial no treinamento dos soldados: o dia em que eles receberam dicas do atleta e sea coach Henrique Pistilli, mais conhecido como o Homem Peixe do canal OFF.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Queda livre ,(k2),(90Graus)
                                                como decer  nos brinquedos :
                                               1- deitado com a mão na nuca
                                                2- pernas cruzadas 
                                                3- queixo encostado no peito

                                                  Eu no meu trabalho (Rio Walter Planet )

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

                                meu trabalho no rio walter planet

                                               Resgate no Mar :

    


salvamento de Rapel..
     tipos de abordagens , em piscinas e mar ; 




domingo, 3 de janeiro de 2016

treinamento de resgate na picina com os quardiões ....

Quando surgiu a cruz vermelha :
   Essa organização humanitária surgiu em 1863, resultado direto dos esforços do suíço Henri Dunant. Durante uma viagem de negócios pela Itália, em 1859 ele testemunhou a Batalha de Solferino , travada entre tropas austríacase francesas , que teve quase 40 mil baixas .Impressionado  com a tragedia,Dunant organizou os serviços para atender os feridos de ambos os lados. três anos depois , pulicou o livro Un Souvenir de Solférino  ( Uma lembrança de Solferino ) , no qual contava sua experiência e sugeria a formação de sociedades voluntárias para ajudar e proteger os feridos d querra . O livro despertou a opinião publica européia para o problema .O" desenvolvimento da cruz vermelha é um produto típico da Europa do século 19 .
A querra era então encarada como um mau necessário . portanto , a proposta de sofrimento  humano tornou-se popular " , diz o jornalista inglês kim Gordon-Bates , porta voz da cruz vermelha.
 Em 1863 ,Dunant foi nomeado pelas autoridades suíças  para um comitê que passou a viabilizar  suas propostas humanitárias . Asim  naiscia a cruz vermelha . Dunant tratou de expandir sua idéia para outros países oa convocar uma conferencia  sobre o assunto com representantes de várias nações .
 

sábado, 2 de janeiro de 2016

meu trabalho no rio walter planet
                   uns dos meus trabalhos no Rio Walter Planet, o maior parque aquatico da America Latina........