salvando vidas
segunda-feira, 13 de junho de 2016
domingo, 1 de maio de 2016
sábado, 12 de março de 2016
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016
quinta-feira, 21 de janeiro de 2016
terça-feira, 19 de janeiro de 2016
domingo, 17 de janeiro de 2016
ENSINAMENTOS DO HOMEM PEIXE
Engenheiro de Produção, professor de Educação Física e pesquisador da Uerj, o aluno Bruno Castello explica que o curso de guarda-vidas também vem sendo útil para complementar sua pesquisa sobre a pedagogia no ensino do surfe, a partir da perspectiva de segurança e autonomia no mar.
Acostumado a ajudar Henrique Pistilli, o Homem Peixe, nos trabalhos que este realiza no Rio, foi Castello quem deu ao coronel Marcelo Pinheiro a ideia de convidar o atleta para ensinar sobre o surfe de peito.
Pinheiro gosta de dizer que conhecimento não ocupa espaço, e aceitou a proposta.
— O surfe de peito combina com a nossa atividade. As vezes, você faz um socorro, entrega a vítima para a aeronave e tem que sair do mar. Saber usar o corpo para fazer isso é uma ajuda grande. É importante utilizar a força da natureza a seu favor. O mar é dinâmico, e o Henrique passou uma visão de integração com o ambiente que é necessária. Quanto menor for o esforço feito para atingir o objetivo, melhor. Nosso trabalho é muito rápido — observa o comandante. — Às vezes, precisamos fazer muita força para ir até a vítima, e é preciso estar bem ao chegar a ela, para conseguir fazer os procedimentos. O Henrique ensinou como fazer para se sair bem ao se deparar com uma situação difícil.
Pistilli costuma dar palestras e fazer consultorias, mas conta que foi a primeira vez que passou seus conhecimentos na praia, a um grupo especializado. Numa segunda-feira ensolarada, ele ensinou aos 250 bombeiros técnicas de equilíbrio, postura e respiração e como desenvolver a “aquaticidade”.
— Estou em estado de graça, e, se pudesse, daria essa instrução toda semana. Foi um grande aprendizado trabalhar com um grupo desse tamanho. Quando eu era adolescente, meu sonho era ser guarda-vidas. Poder fazer isso para a sociedade é muito bom. Quando me fizeram o convite, comecei a tremer. O que me tranquilizou é que o professor é o mar — disse o atleta, logo após o treinamento.
Os alunos aprovaram a performance de Pistilli.
Praia da macumba , vira campo de treinamento , para novos Anjos do Mar
RIO - Iniciada na semana passada, a Operação Verão do Corpo de Bombeiros do Rio vai reforçar em 50% o efetivo de guarda-vidas. É esperado que 900 militares atuem na orla de todo o estado diariamente. Em Copacabana, a corporação vai usar, experimentalmente, um drone equipado com boia, para agilizar o processo de salvamento de pessoas em perigo de afogamento. São boas notícias num verão em que, segundo o serviço meteorológico britânico, o aquecimento global, associado a fenômenos naturais como o El Niño, vai provocar aumento na temperatura — e, consequentemente, uma corrida às praias nos países tropicais.
Em um dia de verão, os guarda-vidas chegam a realizar 400 socorros somente na orla carioca. Sem eles, 1/3 dos banhistas em apuros morreria, o que evidencia a importância e a responsabilidade da função. A preparação dos agentes passou a ser ainda mais rigorosa este ano. Pela primeira vez, o Curso de Salvamento no Mar, promovido pelo Grupamento Marítimo do Corpo de Bombeiros, está sendo realizado inteiramente no Recreio. Em março, 300 novos guarda-vidas estarão aptos a zelar pelos banhistas de todo o estado, depois de oito meses de exercícios no mar revolto da Praia da Macumba.
Acostumados a ver os guarda-vidas de sunga e camiseta trabalhando nas areias, muitos banhistas esquecem que eles integram o Corpo de Bombeiros, o que exige formação militar. E isso faz toda diferença, diz o coronel.
— Os guarda-vidas são militares com especialização em salvamento no mar. Mas estão preparados para qualquer tipo de salvamento em via pública e também para combate a incêndios — observa.
O GLOBO-Barra acompanhou um momento especial no treinamento dos soldados: o dia em que eles receberam dicas do atleta e sea coach Henrique Pistilli, mais conhecido como o Homem Peixe do canal OFF.
sábado, 16 de janeiro de 2016
domingo, 10 de janeiro de 2016
quinta-feira, 7 de janeiro de 2016
quarta-feira, 6 de janeiro de 2016
domingo, 3 de janeiro de 2016
Quando surgiu a cruz vermelha :
Essa organização humanitária surgiu em 1863, resultado direto dos esforços do suíço Henri Dunant. Durante uma viagem de negócios pela Itália, em 1859 ele testemunhou a Batalha de Solferino , travada entre tropas austríacase francesas , que teve quase 40 mil baixas .Impressionado com a tragedia,Dunant organizou os serviços para atender os feridos de ambos os lados. três anos depois , pulicou o livro Un Souvenir de Solférino ( Uma lembrança de Solferino ) , no qual contava sua experiência e sugeria a formação de sociedades voluntárias para ajudar e proteger os feridos d querra . O livro despertou a opinião publica européia para o problema .O" desenvolvimento da cruz vermelha é um produto típico da Europa do século 19 .
A querra era então encarada como um mau necessário . portanto , a proposta de sofrimento humano tornou-se popular " , diz o jornalista inglês kim Gordon-Bates , porta voz da cruz vermelha.
Em 1863 ,Dunant foi nomeado pelas autoridades suíças para um comitê que passou a viabilizar suas propostas humanitárias . Asim naiscia a cruz vermelha . Dunant tratou de expandir sua idéia para outros países oa convocar uma conferencia sobre o assunto com representantes de várias nações .
Essa organização humanitária surgiu em 1863, resultado direto dos esforços do suíço Henri Dunant. Durante uma viagem de negócios pela Itália, em 1859 ele testemunhou a Batalha de Solferino , travada entre tropas austríacase francesas , que teve quase 40 mil baixas .Impressionado com a tragedia,Dunant organizou os serviços para atender os feridos de ambos os lados. três anos depois , pulicou o livro Un Souvenir de Solférino ( Uma lembrança de Solferino ) , no qual contava sua experiência e sugeria a formação de sociedades voluntárias para ajudar e proteger os feridos d querra . O livro despertou a opinião publica européia para o problema .O" desenvolvimento da cruz vermelha é um produto típico da Europa do século 19 .
A querra era então encarada como um mau necessário . portanto , a proposta de sofrimento humano tornou-se popular " , diz o jornalista inglês kim Gordon-Bates , porta voz da cruz vermelha.
Em 1863 ,Dunant foi nomeado pelas autoridades suíças para um comitê que passou a viabilizar suas propostas humanitárias . Asim naiscia a cruz vermelha . Dunant tratou de expandir sua idéia para outros países oa convocar uma conferencia sobre o assunto com representantes de várias nações .
Assinar:
Postagens (Atom)

















































